Vivemos em um mundo cada vez mais materialista e cientificista. Qualquer coisa que sobressaia da atividade normal (ou reconhecida como tal) automaticamente é rejeitada e atacada. Apenas o que é visível, mensurável, demonstrável e “cientificamente comprovado” pode ser aceito. Mas sabemos que o Universo não se limita a isso.

Já tive oportunidade de mencionar anteriormente que a filosofia oriental é, em grande parte, ignorada pelo Ocidente, que acredita que se trata de meras superstições, crenças religiosas ou pensamentos irracionais (como se isso fosse possível). Apenas a filosofia ocidental, baseada na objetividade e na análise intelectual minuciosa de cada fragmento de pensamento ou ideia, é realmente uma “filosofia”.

Ocorre que a filosofia oriental possui esse mesmo enfoque racional, porém acrescido de uma dimensão subjetiva que não existe no pensamento ocidental moderno. Para os chineses, em especial, mesmo que algo não seja visível ou mensurável, ainda pode ser sentido, percebido e interpretado, portanto é real. Basta que aquilo faça algum sentido, em um sistema que Lin Yutang chama de “Espírito do Razoável”. É uma espécie de “bom senso chinês”, onde uma coisa é aceita se fizer sentido, independente de algum tipo de comprovação material.

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filosofiaQuando se fala sobre filosofia chinesa imediatamente nos vem à cabeça o Budismo, Taoísmo ou Confucionismo. Isso se deve à importância e popularidade destas que são, sem dúvida, as principais escolas do pensamento filosófico chinês. Entretanto, a variedade de escolas filosóficas na China é tão grande e diversificada quanto são as escolas de artes marciais. Houve um período da história chinesa conhecida como Período dos Reinos Combatentes (475-221 a.C.), que acabou apelidado também como “Época das 100 Escolas Filosóficas”, tamanha a sua quantidade.

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jediorderA série de filmes de Guerra nas Estrelas foi um marco na história do cinema. Pela primeira vez se filmou uma saga épica de ficção científica, algo que perdura nas mentes e nos corações de duas gerações de espectadores (em parte graças à música sublime de John Willians). Agora, mais de vinte anos depois de sua estréia, chega aos nossos cinemas Episódio I – A Ameaça Fantasma*, o filme que conta como tudo começou – um prato cheio para as velhas e novas gerações. A base desse filme e dos anteriores é uma casta guerreira denominada “Jedi” (pronuncia-se “jedai”, ok?). Qualquer semelhança entre os Jedi e os Samurai NÃO é mera coincidência. Muitos de seus conceitos e qualidades são baseados na cultura oriental. Veja você mesmo.

* Artigo escrito originalmente em 1999

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